domingo, 29 de janeiro de 2012

Funções do Profissional de Saúde Assediado Moralmente.

Funções do Profissional de Saúde Assediado Moralmente no Trabalho.

Quando está afastado de suas funções ou seja impedido de exercê-la.




É o Faz-tudo do Serviço de Saúde,como Telefonista,Recepcionista.


E fica sem ação quando um usuário o vê fora de função, pois o Assediado é obrigado a fingir que está trabalhando e ainda uniformizado.


Analisado por várias pessoas do Serviço,mesmo não podendo exercer o mesmo,por ordem do Assediador que manda que os Funcionários vigiem o Profissional Assediado.


E recebe a culpa das coisas erradas que acontece no serviço, assim como espéculos
deixados fora do Balde,por outro Profissional, para serem reesterilizados.


Não consegue se defender, pois as suas forças são minadas, tudo parece maior do que é.


Esses chefes tribais "deveriam encorajar todos
os membros da organização a compartilhar um sonho
mutuamente benéfico."(BENNIS, 1994).




Mas depois o Profissional é avaliado normalmente sem exercer a função como na Comunicação,etc enfim as Habilidades próprias da função(não exercida,acima).






sábado, 28 de janeiro de 2012

Assédio Moral - Servidor Público do estado do Paraná .

Estado do Paraná é condenado a indenizar servidora que sofreu assédio moral.

O Estado do Paraná foi condenado a pagar uma indenização, no valor de
R$ 5.000,00, a uma funcionária (M.A.B.) que sofreu assédio moral
praticado por seu chefe imediato (R.S.M.).

Conforme o depoimento de uma testemunha, a autora (servidora pública
que sofreu o assédio) teve que se afastar do trabalho para tratamento
médico por causa dos problemas havidos com o seu chefe.

Essa decisão da 2.ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Paraná
manteve, por unanimidade de votos, a sentença do Juízo da 4.ª Vara da
Fazenda Pública, Falências e Recuperação Judicial do Foro Central da
Comarca da Região Metropolitana de Curitiba que julgou procedente a
ação de indenização por assédio moral ajuizada pela servidora pública
estadual M.A.B. contra o Estado do Paraná.

No recurso de apelação, o Estado do Paraná alegou que o foco do
conflito entre a autora (funcionária pública) e o réu (chefe
imediato da funcionária) era o fato de haver uma liminar que permitia
aos servidores estaduais cumprir jornada reduzida (6 horas diárias), e
este exigir dela a jornada de 8 horas, já que a referida liminar não
se estendia a ela por ser servidora federal.

Disse também que, quando a referida servidora se viu obrigada a
cumprir a jornada de trabalho estipulada na lei dos funcionários
federais (8 horas), ela teria agido de maneira imprópria, praticando
atos de insubordinação, razão pela qual não estaria configurado o
alegado assédio moral.


"No caso presente está comprovada a ocorrência dos fatos sofridos pela
apelada como se vê das provas documentais colacionadas na inicial, do
depoimento da testemunha [...] e dos depoimentos dos dois informantes,
razão pela qual não há que se falar em afastamento dos danos por ela
alegados", completou.

Também observou o relator que "cabe ao Estado responder objetivamente
pelos danos causados por agentes públicos no exercício da função".
E acrescentou: "A responsabilidade do servidor público, por sua vez, é
subjetiva, de modo que, uma vez que o Estado seja responsabilizado
objetivamente perante terceiro prejudicado e havendo dolo ou culpa na
conduta do agente, caberá ao ente público mover ação de regresso em
face do agente causador do dano".

(Apelação Cível n.º 819507-9)
CAGC

Nota do Redator: De acordo com a definição inserida numa Cartilha
distribuída nacionalmente pelo Ministério da Saúde, com o intuito de
reduzir a violência e o sofrimento no ambiente de trabalho, "assédio
moral é toda e qualquer conduta abusiva (gesto, palavra,
comportamento, atitude) que atente, por sua repetição ou
sistematiza¬ção, contra a dignidade ou a integridade psíquica ou
física de uma pes¬soa, ameaçando seu emprego ou degradando o clima de
trabalho".


Fonte: Tribunal de Justiça do Estado do Paraná.
Sismuc.

domingo, 22 de janeiro de 2012

Divagando em Saúde...: Cadê a Enfermeira?

Divagando em Saúde...: Cadê a Enfermeira?: Porque se afastaste de mim? O que aconteceu? Volta para o meu lado! Estou com saudades... Volta para c á ! O m ...

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Vacinação contra Poliomielite -2012

2 meses - Vacina Inativada poliomielite - VIP
4 meses - VIP
6 meses - Vacina oral poliomielite (atenuada) - VOP
15 meses - VOP

A VIP será introduzida no calendário básico a partir do segundo semestre de 2012.
As campanhas anuais contra poliomielite também serão modificadas.
Na primeira etapa - a ser realizada em 16 de junho - tudo continua como antes: todas as crianças menores de cinco anos receberão uma dose de VOP, independente de terem sido vacinadas anteriormente.
Na segunda etapa - que ocorrerá em agosto - todas as crianças menores de cinco anos devem comparecer aos postos de saúde, levando o Cartão de Vacinação.
A caderneta será avaliada para a atualização das vacinas que estiverem em atraso.
Essa segunda etapa será chamada de Campanha Nacional de Multivacinação, possibilitando que o país aumente as coberturas vacinais, atingindo as crianças de forma homogênea, em todos os municípios brasileiros.
Fonte:Ministério da Saúde.



terça-feira, 17 de janeiro de 2012

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Assédio Moral no Trabalho é Crime

O Assédio Moral no Trabalho precisa ser punido e extinto e para isso preciso se tornar CRIME e precisamos cobrar do Deputados a votação deste Projeto de Lei,assim como o ASSÉDIO SEXUAL.

PL 4742/2001
Projeto de Lei
do dia 23/05/2001
Autor
Marcos de Jesus - PL/PE
Ementa
Introduz art. 146-A no Código Penal Brasileiro - Decreto-lei nº 2.848, de 07 de dezembro de 1940, dispondo sobre o crime de assédio moral no trabalho.

Inclui como Assédio Moral no Trabalho a desqualificação por meio de palavras, gestos ou atitudes, a auto-estima, a segurança ou a imagem do servidor público ou empregado em razão de vínculo hierárquico funcional ou laboral.