domingo, 24 de julho de 2011

Poluição Sonora

O nível de ruídos sonoros, ao passar de 85 decibéis já se torna prejudical à saúde auditiva, principalmente quando expostos a tal nível prolongadamente.
Os danos causados à audição devido a exposição constante em ambientes ruidosos são cumulativos e irreversíveis, onde a exposição a altos níveis de ruído é uma das maiores causas da surdez permanente.


Efeitos psicológicos

Perda da concentração
Perda dos reflexos
Irritação permanente
Insegurança quanto à eficiência dos atos.
Embaraços nas conversações
Perda da inteligibilidade das palavras
Impotência Sexual
Disfunção digestiva
Fonte:www.buenoecostanze.adv.br

Quando o problema para na Justiça.

As desavenças devido ao barulho excessivo têm chegado com freqüência aos tribunais e a jurisprudência vem dando ganho de causa para os que reclamam da falta de sossego. Isso porque atualmente a poluição sonora é vista como um problema de saúde pública, inimiga da qualidade de vida.

Responsabilidade do síndico

O síndico deve assumir seu papel de fiscalizador no prédio, caso contrário, quem incomoda toma conta da situação e os que querem sossego continuam sendo prejudicados. Uma moradora do condomínio da Capital, que não quis se identificar, sofre com o barulho das crianças do vizinho de cima. “Ele tem três filhos entre 9 e 14 anos. Arrastam móveis, jogam bola dentro de casa e, apesar de eu ter avisado o condomínio do problema, o síndico não fez nada. Ninguém quer se indispor”, reclama.
O conselheiro do edifício Rio Reno, Diógenes Bartolomeu, que já foi síndico, diz que o gestor condominial tem que cobrar disciplina dos barulhentos. Segundo o representante do condomínio no bairro Jardim Albatroz, em Florianópolis, as reformas são outro foco de ruídos. “Em residenciais tem que ser feita a obra no horário comercial. Tem que avisar os vizinhos para se preparar e dizer quanto tempo vai demorar. Também é uma obrigação informar ao síndico”, aponta.
Fonte:
Condomínios Online




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