Foi aí é que eu pensei nas normas,explico:
O chefe que NÃO É O DIRETO e NÃO PODERIA PARTICIPAR da uma avaliação de estágio probatório,coloca no final da avaliação palavras ofendendo a honra e a capacidade do funcionário,claramente mostrando ASSÉDIO MORAL e neste caso as NORMAS SÃO ESQUECIDAS ao provar o ato do Funcionário em questão;
A chefe indireta (chefe do Distrito Sanitário) abre um processo contra o Funcionário no início do estágio probatório para seguir AS NORMAS porque para exonerar o Funcionário Público,esse procedimento é necessário mas devido ao seu "poder de adivinhação",ela se adiantou 3 anos :a abertura do processo administrativo se dá ao final do Estágio Probatório,porque "ela já previa que o funcionário não "iria bem",já tinha toda a maldade planejada na cabeça criminosa,;Enfim "Ela" já sabia que a Funcionária Assediada "não iria bem no estágio" e as NORMAS NÃO FORAM RESPEITADAS para o estagiário CONCURSADO E NOMEADO.

Médicos dos Recursos Humanos recomendam a mudança do funcionário para outro Distrito Sanitário formalmente por escrito e as NORMAS são ignoradas;
Na audiência do PROCESSO ADMINISTRATIVO o Procurador avisa para o secretário para realizarem uma SINDICÂNCIA no Funcionário-que seria o Chefe indireto do Distrito- e a sindicância não foi realizada e o Funcionário em estágio probatório foi EXONERADO mesmo apresentando testemunhas do relatado na audiência e as NORMAS não foram observadas;
Em anos nunca foi marcada uma audiência na esfera JUDICIAL e após uma Juiza "nadar contra a correnteza" e marcar a audiência,no dia marcado,OUTRO JUIZ DESCONHECIDO,manda avisar a todos na sala de espera que ELE IRIA JULGAR O CASO SOZINHO sem testemunhas,Provas,Defesa,o caso e as NORMAS não foram observadas;
No início 2004 era o Secretário da Saúde que impedia a realização de uma audiência e mais tarde este mesmo Secretário da Saúde se tornou Prefeito e continuava a impedir realização de Audiência.

Hoje eu estava vendo em um canal pago o caso de uma mulher que foi acusada erroneamente de um crime que não cometeu e foi solta, após 2 anos e meio,de uma sentença equivocada explico:
O laboratório que fez as primeiras análises na prova,achou arsênico e ela foi acusada de matar o marido;
Um advogado que viu o caso se compadeceu e entrou na Estória,reabrindo o caso e conseguiu provar,que o laboratório estava errado, enfim os promotores NÃO SEGUIRAM AS NORMAS e sim A JUSTIÇA e os interesses do CIDADÃO e RETIRARAM A QUEIXA contra a senhora em questão e ela saiu da cadeia livre;
Naturalmente esta Estória ocorreu em um PAÍS em que a JUSTIÇA NÃO É CEGA e é Humilde e nem comprada.

Como deve ficar esse funcionário Público que sofreu Assédio Moral no trabalho e continua RECLUSO ao ver essa Estória?!! Por ser um "cidadão comum e branco é agressivamente discriminado pelas autoridades e pela legislação infraconstitucional".( Ives Gandra da Silva Martins):NÃO DÁ IBOPE E NEM VOTO.
Aparece uma questão bem simples.
ResponderExcluirSe um erro é supostamente cometido e depois prova-se que não o foi, a punição deve ser imediatamente retirada.
Não sei porque a justiça, tem tanta dificuldade de se posicionar frente a estes processos.
Um absurdo que situações como esta ainda ocorram.
Teresa a nossa "justiça" é assim:tudo o que é para ajudar
ResponderExcluiro cidadão de bem e não dá IBOPE como salário para presos e as cotas raciais é ignorado e dificultado.